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Eça no Estrangeiro - Os
últimos 25 anos
Tradução e crítica
Eça de Queirós Entre
Milénios: Pontos de Olhar
Seria
difícil imaginar o rumo da cultura portuguesa no mundo sem o
nome de Eça de Queirós, que se instaurou como um marco da
qualidade da nossa literatura, à semelhança do de Luís de
Camões, isto é, nomes de incontestável repercussão mundial.
O número de teses e
trabalhos científicos desenvolvidos sobre Eça de Queirós, ou
ainda o elevado número de traduções que mereceu nas mais
variadas línguas, assinadas por alguns dos mais notáveis
lusitanistas, apontam na mesma direcção: a do seu reconhecimento
sem reservas, que lhe mereceu um lugar de prestígio entre os
grandes nomes da literatura internacional.
Sendo a sua uma obra
profundamente "viajada", ela funcionou de modo exemplar como
demonstração cabal da capacidade da literatura portuguesa se
debruçar sobre questões tão pertinentes quanto inquietantes, que
despoletavam uma enorme curiosidade pelo autor de um trabalho
literário genial que, não se deixando contaminar por déficits de
provincianismo local, teve o mérito de se situar num plano
dificilmente superável, na sua capacidade de colher instantâneos
de uma sociedade a ombros com escolhas difíceis, tanto no plano
estético como no ético.
É este lado "viajado"
do grande romancista que foi Eça de Queirós que o Instituto
Camões pretende homenagear, tornando visível o percurso que o
escritor/diplomata realizou, levando-o até um público mais
vasto, que esperamos possa assim conhecer melhor este autor,
como uma contínua e renovada fonte de saber e de saberes.
Com o presente
trabalho, pretende-se actualizar com o rigor que o autor exige,
a recolha bibliográfica realizada pelo Professor Ernesto Guerra
da Cal, por forma a assegurar a um público interessado, o máximo
de informação disponível nesta área.
Jorge Couto
Presidente do Instituto Camões
Abertura
Cem anos de memória(s)
de um escritor - esta a visita que propomos na viragem de
milénio. Eça de Queirós (1845-1900), o grande mestre do romance
português moderno e certamente o mais popular de entre os nossos
escritores do século XIX, morreu há cem anos em Paris aonde o
levou a vida de diplomata. Havana, Newcastle, Bristol foram
outros tantos postos que ocupou. Daí lançou o seu olhar crítico
e sarcástico sobre o mundo do seu tempo em crónicas e obras de
ficção que visaram a política, a religião, a literatura, a
mentalidade burguesa, a hipocrisia social. Mas o seu campo de
eleição foi sempre Portugal, cenário da maioria das obras de
ficção e lugar onde todas as suas obsessões desaguam. Atravessou
o romantismo social, o realismo, o naturalismo, no limiar da
modernidade, tudo isto caldeado pela fantasia e pelo disparo da
ironia, a "Santa Ironia", que lhe permitiu não se zangar com o
mundo e a vida, apesar de todos os desencantos por que ele e a
Geração de 70, em que se integra, passaram.
Com a iniciativa, Eça
de Queirós entre Milénios: Pontos de Olhar, que o Instituto
Camões promove para assinalar esta efeméride queirosiana,
revisita-se um escritor capaz de atravessar milénios, a partir
de diversos pontos de olhar - pontos de olhar de Eça sobre o
mundo, pontos de olhar do mundo sobre Eça.
A publicação do
presente catálogo da situação da tradução da bibliografia activa
de Eça de Queirós e da bibliografia passiva básica publicada no
estrangeiro depois de 1974 integra-se no âmbito da referida
iniciativa. Pareceu-nos ser ele um instrumento de grande
utilidade para quem no exterior aborda a obra do escritor.
Isabel Pires de Lima
Comissária Científica
Uma Introdução
Necessária
Veio a considerar-se
necessário, durante a preparação das comemorações do centenário
da morte de Eça de Queirós, proceder a um levantamento que
contribuísse para um panorama, tão actualizado quanto possível,
da situação da tradução da sua obra no estrangeiro.
Desde logo é de
salientar que o tempo disponível, pese embora o entusiasmo com
que nos dedicámos ao trabalho, provou não ser suficiente,
sobretudo quando verificámos que o que havia a fazer
ultrapassava a expectativa que tínhamos em relação à tarefa a
desenvolver.
É unânime entre os
ecianos que o inventário crítico elaborado pelo Professor Guerra
da Cal, Lengua y Estilo de Eça de
Queiroz: Bibliografia Queirociana Sistemática y Anotada e
Iconografia artística del Hombre y la Obra (Tomos 1º, 2ºA e
2ºB, 3º e 4º, Coimbra: Universidade de Coimbra, 1975-1984), pode
ser considerado exemplar, como realização tendencialmente
exaustiva e que não tem paralelo. Seria pretensioso, pois,
querer, mesmo que nos assistissem as reconhecidas qualidades do
Professor, dar continuidade no mesmo plano ao vultoso trabalho
realizado. Apesar disto, tentámos organizar, ao menos, as bases
de um levantamento a partir de 1975, ano de edição do Tomo 1º
(referente à tradução) da obra acima referida.
A orientação seguida
teve como pressupostos registar apenas os dados passíveis de
confirmação (repetimos: no tempo disponível para este trabalho),
tendo-se definido a seguinte ordem: áreas linguísticas, títulos
e datas de publicação. Por princípio, listámos em primeiro lugar
o primeiro título publicado após 1975. Em certos casos,
decidiu-se pela inclusão do título original, para além do título
traduzido, pela dificuldade, para os não falantes da língua em
questão, em estabelecer uma ligação ao original português. Há
ainda a sublinhar o facto de as referências bibliográficas dos
títulos traduzidos para chinês e para japonês surgirem
unicamente com o título original, dada a impossibilidade de
adaptação e de reconversão dessa grafia para o nosso sistema
informático.
Decorre do que disse
anteriormente que muito gostaria de ter o ânimo e o tempo para
aprofundar a recolha agora apresentada, pois que o gosto ao
realizar esta tarefa, ao invés de diminuir, aumentou à medida
que trabalhava.. Tome-se como exemplo a tradução de Eça para
russo que, para além de aspectos circunstanciais e episódicos
advenientes de mudanças de regime político, não foi objecto de
recolha conseguida, pelo que não há matéria bastante para a
redacção de referências bibliográficas completas. "[...] Nos
primeiros decénios do nosso século um interesse particular
mereceu [na Rússia] a obra de Eça de Queirós [...] criador do
realismo crítico nas letras portuguesas", palavras de um
discurso proferido pela professora Doutora Helena Golubeva na
sessão inaugural do Centro Lusófono da Universidade Herzem de S.
Petersburgo, tendo lembrado nomes como A.Briussov, G.Lozinski e
Travtchetov, tradutores e prefaciadores de obras de Eça de
Queirós. Bem mais tarde, na década de oitenta (1985),
assinala-se o trabalho de tradução de Os Maias e Contos assinado
por I. Tchejegova. Outros casos há em que muito se lamenta as
falhas de informação e a dificuldade de acesso a bases de dados
e a fontes credíveis, casos esses, ironicamente, encorajadores
de uma futura pesquisa favorecida por prazos mais amplos e meios
mais sólidos.
A segunda parte desta
publicação inclui o maior número possível de peças relativas a
bibliografia passiva publicada em línguas estrangeiras (e fora
de Portugal), nomeadamente teses de licenciatura e de
doutoramento, publicações em livro, artigos científicos,
recensões em periódicos, etc.
A todos os
destinatários deste trabalho deixo aqui os votos de um repetido
e sempre aliciante retorno a Eça.
A.
Madureira
Lisboa, Dezembro 1999
Agradecimentos
A concretização deste
trabalho dependeu do apoio de Elena Losada Soler, Isabel Pires
de Lima, Eugénio Lisboa, Alan Freeland, Teo Mesquita, Paulo
Medeiros, Daniel Pires, Carlos Reis e Maximiano Gonçalves.
Um agradecimento muito
especial a Alexandra Pinho (Instituto Camões) pela sua
eficiência discreta, merecedora de sincera admiração.
À Fundação Mário Botas
e a Almeida Faria agradeço a disponibilização de reprodução
fotográfica do quadro Eça em
Havana.
Bibliografia
ALEMÃO
-
Die Reliquie,
trad. Andreas Klotsch. Il. Paul Rosié. Berlin: Eulenspiegel,
1975.
-
Die Reliquie,
trad. Andreas Klotsch. Posf. Óscar Lopes. Trad. Horst
Schulz. München/ Zürich: Piper, 1987.
-
Die Reliquie,
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München/ Zürich: Piper, 1989.
-
Der Reliquie,
trad. Andreas Klotsch. Posf. Óscar Lopes/ trad. Horst
Schulz. Berlin/ Zürich: Aufbau Verlag, 1997.
-
Der Mandarin,
trad. Gudrun Hohl. Posf. Óscar Lopes. Il. Harry Jürgens.
Berlin. Rutten & Loening, 1981.
-
Der Mandarin,
trad. Willibald Schönfelder. Frankfurt-am-Main: Suhrkamp,
1987.
-
Der Mandarin,
trad. Willibald Schönfelder. Berlin: Aufbau Verlag, 1997.
-
Die Maias, trad.
Rudolf Kruger. Posf. Óscar Lopes. Berlin: Aufbau Verlag,
1983.
-
Die Maias, trad.
Rudolpf Krugel. Posf. Óscar Lopes. Trad. Horst Schulz.
München: Piper, 1986.
-
Die Maias, trad.
Rudolph Krugel. Posf. Óscar Lopes. Trad. Horst Schulz.
München: Piper, 1989.
-
Vetter Basilio,
trad. Rudolph Krugel. Berlin: Buchclub, 1986.
-
Vetter Basilio,
trad. Rudolph Krugel. München: Piper, 1989.
-
Vetter Basilio,
trad. Rudolph Krugel. Berlin: Aufbau Verlag, 1997.
-
Alves & Cº., trad.
Rudolph Krugel. München: Piper, 1987.
-
Treulose Romane: Basilio
und Alves & Cº, trad. Helmut Hilzheimer e Alrun
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1988.
-
Stadt und Gebirg,
trad. Curt Meyer-Clason. Zürich: Manesse Verlag, 1988.
[título original: A Cidade e as Serras]
-
Das Berühmte Haus Ramires,
trad. Rudolph Krugel. Pref. Peter Demetz. München/ Zürich:
Piper, 1990.
-
Das Verbrechen des Paters
Amaro, trad. Willibald Schönfelder.
Frankfurt-am-Main: Insel Verlag, 1990.
-
Der Verbrechen des Paters
Amaro, trad. Willibald Scönfelder. Berlin: Aufbau
Verlag, 1997.
BASCO
-
Mandarin Zaharra,
trad. Jesús María Lasa. Bilbao: Ibaizabal Edelvives, 1992.
BÚLGARO
-
Prestaplenieto Na Otetz
Amaro, trad. Dimitar Anguelov. Sófia: Narodna
Kultura, 1980.
-
Razkazi, trad.
Dimitar Anguelov. Sófia: Profisdat, 1984. [Título original:
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CATALÃO
-
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El Mandarí, trad.
Jordi Moners. Valencia: Eliseu Climent, 1992.
CHECO
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-
Bratanec Basilio. Rodinná
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El Misterio de la Carretera
de Sintra, trad. Carmen Martin Gaité. Barcelona: El
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El Mandarín, trad.
Pilar Navarro. Pref. Pilar Vasquez Cuesta. Santander:
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El Mandarín, trad.
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La Ilustre Casa de Ramires,
trad. Rafael Morales. Pref. Elena Losada Soler. Madrid: S.
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El Conde de Abranhos,
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La Correspondencia de
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Carlos Reis. Barcelona: Destino, 1995.
FRANCÊS
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Singularités d'une Jeune
Fille Blonde, trad. Jacques Edmond david. Lausanne/
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-
Une Singulière Jeune Fille
Blonde, trad. Marie Hélène Piwnik. Paris:
Gallimard, 1997.
-
Le Mandarin, trad
Michelle Giudicelli. Pref. António Coimbra Martins. Paris:
Ed. La Différence, 1985.
-
Le Mandarin,
trad.Michelle Giudicelli. Pref. António Coimbra Martins.
Paris: Ed. La Différence, 1991.
-
Le Crime du Padre Amaro:
Scènes de la Vie Dévote, trad. Jean Girodon, Paris:
Ed. La Différence, 1985.
-
Le Cousin Bazilio: Episode
Domestique, trad. e notas Lucette Petit. Paris: Ed.
La Différence, 1989.
-
Le Mystère de la Route de
Sintra, trad. Simone Biberfeld. Apres. Luís dos
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202, Champs Élysées,
trad. Marie Hélène Piwnik. Paris: Ed. La Différence, 1991.
[título original. A Cidade e as Serras]
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La Relique, trad.
Georges Raeders. Pref. Valéry Larbaud. Rev. Bernard Emery.
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La Relique, trad.
Georges Raeders. Pref. Valéry Larbaud. Intr. Alice Machado.
Paris: Nouvelles Éditions Latines, 1999.
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Son Excellence: Le Comte
d'Abranhos, trad. Parcídio Gonçalves. Paris: Ed. La
Différence, 1998.
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La Question de L'Orient:
Chroniques de Londres, trad. e apres. Jean Pailler.
Paris: Ed. L'Age D'Homme, 1994.
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L'Ilustre Maison Ramires,
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INGLÊS
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The Sin of Father Amaro,
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The Maias, trad.
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The Maias, trad.
Patricia McGowan Pinheiro e Ann Stevens. Introd. Nigel
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Robert M. Fedorcheck. New York/ London: University Press of
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Cousin Bazilio,
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Cousin Bazilio,
trad. Roy Campbell. Introd. Joe Staines. London: Quartet,
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Ramires, trad. Ann Stevens. Manchester: Carcanet/
Calouste Gulbenkian Foundation, 1992.
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The Illustrious House of
Ramires, trad. Ann Stevens. Introd. V. S.
Pritchett. London: Quartet, 1993.
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The Illustrious House of
Ramires, trad. Ann Stevens. New York: New York
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The Yellow Sofa & Three
Portraits, trad. Richard F. Goldman, John Vetch e
Luís Marques. Manchester: Carcanet/ Calouste Gulbenkian
Foundation, 1993.
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The Yellow Sofa,
trad. John Vetch. New York: New York Directions, 1996.
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The Mandarin (and Other
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Margaret Jull Costa. Sawtry. Cambs: Dedalus, 1994.
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trad. Roy Campbell. Manchester: Carcanet/ Calouste
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trad. Enrico Mandillo. Introd. G.C. Rossi. Roma: Gherardo
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trad. e pref. Amina Di Munno. Roma: Lucarini Editore, 1987.
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Il Misterio Della Strada di
Sintra, trad. e org. Amina Di Munno. Palermo:
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JAPONÊS
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Shiro Iyanaga. Tokyo: Hakusuisha, 1996.
NEERLANDÊS
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Ongemeen Naakte Werkelijkheid, de Doorschijnende Mantel van
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Het Vergrijp van Vater
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trad. Harrie Lemmens. Pref. J. Rentes de Carvalho.
Amsterdam: De Arbeiderspers, 1992.[título original: A Cidade
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Neef Bazilio,
trad. Harrie Lemmens. Pref. J. Rentes de Carvalho.
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Dziwactwa Pewnej Blondynki,
trad. Krystyna e Wojciech Chabasinska. Posf. Jacinto do
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Abreviaturas
trad.- tradução
pref.- prefácio
posf.- posfácio
rev.- revisão
apres.- apresentação
Il.- ilustração
Int- introdução
org.- organização
Organização
Instituto Camões
Presidente
Jorge Couto
Coordenação Científica
Isabel Pires de Lima
Coordenação
Carla Freitas
Secretariado
Ana Martins
Design
atelier Nuno Vale Cardoso
Tradução
A. Madureira
Manuel Santana
Impressão
Textype Artes Gráficas, Lda.
March 2000
Depósito Legal
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